domingo, 12 de março de 2017

Thailand - My friends in Koh Lanta - Mar 2017



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Ko Lanta é consensualmente considerada a ilha mais tranquila e menos turística do Sul da Tailândia e a minha disposição é ficar por aqui. De modo que tenho disfrutado do bem mais precioso que existe. O tempo!

O hostel onde me encontro tem uma vista privilegiada para a Kantiang Bay. O bar, é o verdadeiro spot! Actualmente, não tem uma regularidade certa para estar aberto (é o início da época baixa), mas acabei por verificar que a probabilidade de tal acontecer parece estar directamente relacionada com a presença de “Papa” Jack – como referi na crónica anterior, um homem respeitado por todos.


Numa destas noites conheci-o.
Jack, é uma personagem muito interessante com quem tenho tido o privilégio de passar algum tempo. Americado, ex-combatente do Vietame, é um apaixonado pela Tailândia, para onde vem há muitos anos. Há cerca de ano e pouco resolveu estabelecer-se por Koh Lanta e quantos mais dias passam, melhor o compreendo.
É um homem bem-disposto, com uma gargalhada muito característica e, simultaneamente, uma pessoa com muita sabedoria e experiência de vida. Como combina com estas características o facto de ser muito generoso e autêntico, não dá para não se gostar dele.

“Papa” Jack fala um pouco de tailandês, de modo que foi um mediador extraordinário para conhecer algumas das pessoas mais queridas com quem tenho estado até agora.
E o que têm em comum Nor, Zaw Oo, Anne, Pong, Aple, Myo Zaw, Min e Aung  Independentemente da maior ou menor facilidade em falar inglês, têm um coração enorme 😍
Nor e Zaw Oo são birmaneses e são quem está de apoio ao bar. São também aqueles com quem estabeleci relação primeiro. Os restantes são tailandeses, mas julgo que nenhum nascido na ilha.
Anne e Pong gerem um espaço para massagens (as melhores!!), com o apoio da Aple, e actualmente, pode dizer-se que fui adoptada por eles 😃
Min e Aú, vejo-os mais pelas manhãs, sempre muito simpáticos e bem-dispostos.

Embora não a veja com tanta frequência, faço questão de apresentar também a Elara, a companheira de Jack. Julgo que estão muito bem um para o outro porque a Elara, ainda que mais discreta, é uma mulher com uma enorme sensibilidade e uma “giver”, sempre disponível para ajudar os outros.
Foi também com ela que confirmei alguma da informação relativa a projectos a decorrer na ilha (que não são muitos, na verdade).

Pela mesma altura chegou ao dormitório o Alex, um francês super boa onda! Boa gente, bem-disposto, festeiro até à última casa e muito “easygoing”.
Foi com ele que explorei a zona sudeste da ilha. Aqui a área é caracterizada essencialmente por mangais. A água não é transparente e não é recomendável tomar banho, pelo que a zona não é tão turística. Mas, quanto a mim, uma beleza!
Fizemos uma volta lindíssima de mota!
Após ter mostrado um dos meus restaurante preferidos ao meu recém amigo, fomos até Old Town. Esta zona chama a atenção de imediato pelos restaurantes, lojas de bom gosto e alguns hostels muito pitorescos. Concentra também mais pessoas locais que, para além do turismo, se dedicam à agricultura, pesca ou criação de animais. Atrai igualmente estrangeiros que permanecem por temporadas mais longas em Koh Lanta.
Continuando para sul, e até onde é possível ir, a estrada é muito bonita, oferendo um panorama encantador e muito verde.
Foi também com o Alex que fui conhecer a Bamboo beach, a última praia, mais a sul da ilha. É uma praia lindíssima, comprida, que tem por cenário uma densa floresta tropical. Fica imediatamente antes de se entrar no Parque natural, território sobre o domínio dos macacos.



O tempo com o Alex, para além de divertido, tem sido muito didáctico para os dois. Ele tem melhorado o inglês e eu tenho procurado recuperar timidamente o meu francês. Temos portanto, umas conversas muito nossas, que são numa língua bem misturada (anglofrancês), por vezes com acesso ao Google translate😉

A esta altura já devem ter percebido que esta minha viagem é como um filme de personagens. Não interessa tanto o argumento, mas mais as pessoas. E, apesar de pobremente descritas (aí é que vocês se passavam!), não as posso deixar de mencionar já que me têm acompanhado num encontro muito especial comigo mesma.

English version

Ko Lanta is consensually considered to be the quietest and least touristic island of Southern Thailand and my willingness is to stay here. So I have enjoyed the most precious good that exists. The time!
The hostel where I am has a privileged view to Kantiang Bay. The bar is the real spot!
At the moment, it does not have a fixed regularity to be open (it is the beginning of the low season), but I ended up to verify that the probability of this happening seems to be directly related to the presence of "Papa" Jack - as I mentioned in the previous chronicle, a man respected by all.
One of these nights I met him.
Jack, is a very interesting personage with whom I have had the privilege of spending some time. American, ex combatant of the Vietnam war, is passionate about Thailand, where he has been for many years. About a year ago, he decided to settle down on Koh Lanta and as the the days pass, I better understand him.
He is a well-disposed man, with a very characteristic laugh and, simultaneously, a wisdom person with much experience of life. As he combines with these characteristics the fact of being very generous and authentic, you can’t not like him.

"Papa" Jack speaks a little Thai, so he was an extraordinary mediator to meet some of the most cherished people with who I've been with so far.
And what do Nor, Zaw Oo, Anne, Pong, Aple, Myo Zaw, Min, and Aung
have in common? Regardless of the facility of speaking English, they have a huge heart 😍
Nor and Zaw Oo are Burmese and are the ones who support the bar. They are also those with whom I have established relationship first. The rest are Thai, but I think none were born on the island.
Anne and Pong create a space for massages (the best ones!!), with the support of Aple. Nowadays, I think I can say that I was adopted by them 😃
I see Min and Aú more in the mornings, always smiling and very friendly.
I also want to introduce Elara, Jack's mate, nevertheless I do not see her so often. I think they are very good for each other because Elara, although more discreet, is a woman with a great sensitivity and a giver, always available to help others. It was also with her that I confirmed some of the information regarding projects taking place on the island (which are not many, in fact).

By the same time, Alex arrived in the dormitory, a Frenchman super good people, well-disposed, partying to the last house and very easygoing.
It was with him that I explored the southeastern part of the island.

This are is mainly characterized by mangroves. The water is not transparent and it is not recommended to enter, so the area is not so touristy as others. Nevertheless, in my opinion, very, very beautiful!
We did a lovely motorcycle ride! After showing one of my favorite restaurants to my new friend, we went to Old Town. This area immediately attracts our attention because of the restaurants, the tasteful shops and some very picturesque hostels. It also concentrates more local people who, in addition to tourism, are engaged in agriculture, fishing or raising animals. It also attracts foreigners staying for longer seasons on Koh Lanta.
Continuing south, and as far as it is possible to go, the road is very beautiful. It offers a charming and very green panorama.
It was also with Alex that I went to visit Bamboo beach, the last beach, further south of the island. It is a beautiful beach, long, with a dense tropical forest. It is immediately before entering the Natural Park by the West, territory on the domain of the monkeys.
The time with Alex, has been very fun and educational for both. He has improved his English skills and I have tried to timidly recover my French. So we have a lot of “our” conversations, which are in a very mixed language (Anglo-French), sometimes with the presence of Google translate😉

By now you must have realized that this trip is like a movie of personages. Is not so much the argument that matters, but more the people that I meet. And although they are poorly described, I have to mention them since they have accompanied me in a very special meeting with myself.

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