domingo, 6 de novembro de 2016

Brasil - Chegada a Rio de Janeiro / "Meu Rio!" - Março 2016

Estou no Rio e estou numa moleza só J
Faz um calor abafado e o ar pode cortar-se à faca, mas eu gosto.
Saí de São Paulo, bem cedinho e fui apanhar o "ônibus"para o Rio de Janeiro. A viagem faz-se confortavelmente e a paisagem é muito bonita. As populações por onde vamos passando são separadas por longos percursos ora de planaltos verdejantes, ora de montanhas tropicais.


O Paulo Henrique (amigo brasileiro muito querido que faz parte de um grupo 5 estrelas que conheci no Chile), foi buscar-me à rodoviária e fez questão de me levar de imediato a Santa Thereza, um bairro antigo, lindíssimo, cheio de casas apalaçadas, com uma decadência romântica, e conhecido por ser um espaço de excelência para artistas. 
No bar de Santhiago comi um bolinho de batata com carne seca e virei 2 chopps, que não davam para ser menos J

O Leandro veio ter connosco e levou-me depois para Botafogo, mostrando-me o bairro. Ele e a Luciane, são o casal generoso que assumiu o papel de meus cicerones. A Luciane está a trabalhar como uma louca atualmente e nós acabámos por ir comer saudavelmente uma salada, mas com tanto chopp a acompanhar não sei se adianta J

O Leandro é um desportista feroz e quando o conheci, no Chile, e à restante grupeta brasileira, eles estavam em San Pedro de Atacama para fazer uma maratona (dá para imaginar?!). Pois, no dia seguinte, acordámos muito cedo e fomos correr do posto 12 (Leblon) até ao famoso Arpoador (uma rocha lindíssima que faz parte do recorte da cidade). A seguir tivemos direito a um banho de mar, acompanhados pela chuva, que me soube pela vida.


Saímos dali e foi a acelerar que me arranjei para a reunião agendada com a "Meu Rio", uma organização que promove a mobilização da sociedade civil, sobretudo através de petições e de manifestações. Tem uma intervenção com base no ativismo reivindicativo e de pressão e faz uso de ferramentas de tecnologia de informação e comunicação interessantes de se conhecer. Apresentam-se como uma rede 100% transparente e independente, recusando financiamento de entidades governamentais, partidos, empresas públicas ou concessionárias de serviço público.


Ao final do dia fomos a Santa Thereza novamente, e eu voltaria lá todos os dias se pudesse, porque tanto charme, num bairro só, não existe!
(Nota: Esta crónica é relativa a uma viagem realizada em Março de 2016)

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